CURSO PARA COMPUTAÇÃO DE CARGA HORÁRIA PARA GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA
ACESSE O LINK ABAIXO:
3 CURSINHOS BÁSICOS DE 60 HORAS CADA
CEFOP-MG CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL NORTE DE MINAS
Cursos Gerenciais, Tecnológicos, Treinamentos, Informática, Aperfeiçoamentos, Profissionalizantes, Técnicos, Pós-Graduação, Consultoria/Assessoria Educacional E Empresarial, Parcerias Comerciais – Cursos com Certificação
domingo, 26 de maio de 2019
CENTRO
DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL NORTE DE MINAS
CNPJ 17.701.349/0001-53
CURSO AUTORIZADO COM BASE NA LEI 9394/96 DECRETO Nº
5154/04 COM CERTIFICAÇÃO
CURSO - GESTÃO DA SALA DE AULA: DESAFIOS E POTENCIALIDADES
CARGA HORÁRIA: 60 HORAS
TEMA: DESAFIOS PARA O PROFESSOR
Não há como falarmos desse tema sem retomarmos a
relação aluno professor. Nos primórdios da Educação o papel do professor era
bem claro, detentor do conhecimento, o qual era passado aos alunos de forma
sistemática, onde o processo educativo se valia da memorização dos conteúdos.
O professor era uma classe respeitada pela sociedade e não tinha que
administrar conflitos e diferenças em sala de aula, pois havia uma linearidade
social e familiar nas escolas e a ordem do dia era obediência. Os alunos que
levantassem sua voz por qualquer que fosse o motivo já eram caracterizados como
problemáticos e passam a ser evidenciados de uma forma negativa que poderia
inclusive trazer a expulsão da escola. O que na época era visto como uma
vergonha social.
Quando falamos naquela época automaticamente somos remetidos a pensar em
uma era distante, milenar, mas estamos falando de poucos anos passados, cuja
realidade começou a mudar nos anos 90 com a chegada da globalização e dos
avanços tecnológicos.
Pois bem então até meados dos anos 80, 90 a relação que presenciávamos
entre professor aluno era do transmissor e receptor de conteúdos, onde a figura
do professor era respeitada político e socialmente como de extrema importância
na sociedade.
Chegamos ao novo século, onde as crianças parecem nascer com um Ipad nas
mãos e questionando os seus sagrados direitos ignorando na maioria das vezes
seus deveres. A figura do professor por sua vez está cada vez mais questionada,
inclusive por ele mesmo, pois sua realidade social hoje é de encontrar falta de
reconhecimento salarial; número de alunos em classe elevado, pois seja na
escola pública ou privada o que se prioriza é a quantidade e não mais a
qualidade; recursos disponíveis, em algumas instituições são fartos e outras
carentes; tempo de trabalho elevado; cobrança familiar por estar cada vez mais
ausente, ou pelo número elevado de aulas ou porque quando está em casa está
dividindo seu tempo em corrigir trabalhos, avaliações e preparar suas aulas; a
mídia que está cada vez mais acessível se tornando uma ferramenta que bem
utilizada auxilia no processo pedagógico, mas ao contrário dificulta. Além
desses limitadores internos, pessoais ainda há os das instituições em que
prestam serviço.
Neste complexo inenarrável de conflitos e autonomia relativa que o
professor encontra o espaço de liberdade para sua atuação, onde tem a escolha
de respeitar e valorizar, ou não, os conhecimentos que seus alunos já trazem em
sua bagagem, preestabelecidos pela sua história de vida e aceitar sua
participação na construção do conhecimento.
A sala de aula é onde as coisas acontecem, é o órgão vital da escola e
como defendido por Celso Vasconcellos, três dimensões integram esse processo: o
relacionamento interdisciplinar, a organização da coletividade e o trabalho do
conhecimento.
Um dos papéis do professor é motivar os alunos, organizar as condições
de trabalho da classe e por limites para atingir esses objetivos,
principalmente porque hoje não há mais a linearidade nos bancos escolares, as
relações familiares são outras, a diversidade está cada vez maior o que gera
conflitos, com os quais o professor tem que agir logo de início evitando assim
problemas maiores e trazendo para a reflexão os conceitos dos valores e da
ética, por exemplo, que trará com a situação um aprendizado para o grupo.
Nesse ponto encontramos enquanto professores mais um conflito como
solucionar esses conflitos e ainda criar no meio dessas turbulências sociais de
onde os alunos são oriundos, um relacionamento interpessoal. Somente a
disciplina permitirá que o processo educativo aconteça, a questão é que entre
tantas discussões dos métodos tradicionais não serem eficazes, muitos se sentem
barrados a estabelecer a disciplina para não serem vistos como autoritários,
muitas vezes caindo no liberalismo exacerbado.
Imagem totalmente distorcida, porque a disciplina não é o grilhão da
liberdade, mas sim o elemento que estimula o seu exercício e prática, pois
favorece o aprendizado. Para o aluno ser ouvido por seu professor e este por
seus alunos é necessário haver uma organização disciplinada onde se exerça a
escutatória o que para ocorrer tem que ter estabelecido o respeito.
O primeiro passo dentro dessa disciplina organizada é os alunos terem
claro a proposta pedagógica, o plano de aula do professor, entender o porquê é
importante adquirir aquele conhecimento para em seguida construírem juntos o
contrato didático onde serão elaboradas as regras de convivência em sala de
aula.
Não podemos deixar de ressaltar também que para ocorrer a construção do
conhecimento, não basta o professor estar de cabeça e coração envolvido no
processo, ele tem que motivar seus alunos a querem buscar esse conhecimento,
que na grande maioria já não trazem esse querer de casa, mas para o aluno
realmente aprender ele tem que querer, tem que agir, tem que se expressar.
Esses são os três pontos básicos da educação que se desdobram nas três
dimensões da metodologia dialética da construção do conhecimento em sala de
aula.
Para motivar esse aluno é necessário provocar esse interesse, jamais
sufocar, sendo assim ele irá iniciar o processo de analisar o conhecimento
buscado, para tanto o professor jamais deve dar a resposta pronta e sim
problematizar as perguntas feitas e caso elas não ocorram provocá-las os
motivando assim a buscar as respostas, buscar o conhecimento.
O ciclo da construção se fecha quando o aluno elabora a expressão da
síntese do conhecimento, que pode ocorrer de forma oral, gestual, escrita ou
qualquer outra linguagem, como a elaboração de um prato se utilizar como
exemplo aulas em um curso de nutrição.
Autoria: Celso Vasconcelos,
pedagogo, filósofo e pesquisador, doutor em Educação pela USP, mestre em
Filosofia da Educação pela PUC-SP e professor de cursos de graduação e
pós-graduação na área da Educação, autor de vários livros.
CENTRO
DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL NORTE DE MINAS
CNPJ 17.701.349/0001-53
CURSO AUTORIZADO COM BASE NA LEI 9394/96 DECRETO Nº
5154/04 COM CERTIFICAÇÃO
CURSO ACO - GESTÃO DA SALA DE AULA: DESAFIOS E POTENCIALIDADES –
60 HORAS
ATIVIDADE INTERDISCIPLINAR
01- Com base no
texto e com seus conhecimentos, como você caracteriza a profissão “professor
(a)”?
02- No seu ponto de
vista a profissão professor hoje tem o mesmo respeito comparando a duas décadas?
Justifique sua resposta.
03- Faça um
paralelo de como era a educação antes e como está nos dias atuais. Leve em
consideração as mudanças em sala de aula.
04- Qual o papel da
tecnologia no processo de ensino aprendizagem? Como inseri-la ou adaptá-la?
05- O que
compreende por motivação educacional? Qual o papel do professor quanto à
motivação dos alunos?
CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL NORTE DE MINAS
CNPJ 17.701.349/0001-53
CURSO AUTORIZADO COM
BASE NA LEI 9394/96 DECRETO Nº 5154/04 COM CERTIFICAÇÃO
CURSO “PEDAGOGIA NOS TEMPOS MODERNOS: COTIDIANO EDUCACIONAL E
USO DAS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA” – 60 HORAS
A tecnologia na educação: como as inovações podem ajudar no
ensino?
Em um mundo cada vez mais conectado, é inevitável que a
relação tecnologia e educação esteja cada vez mais próxima e, além disso,
com muitas vantagens em relação à melhora do desempenho de docentes e
discentes. Para compreender melhor esse processo e ver as possibilidades de
sucesso que o uso da tecnologia na educação apresenta, veja as dicas
abaixo:
Aproxime-se da realidade dos alunos
É perceptível que uma geração cujo contato com a tecnologia
é mais amplo apresenta uma necessidade de análise mais aprofundada, sendo assim
necessário compreender o cotidiano em que esses jovens vivem e, dessa
forma, identificar as suas necessidades educacionais. Desde
redes sociais como o Instagram até plataformas de pesquisa utilizadas, é
importante que professores, coordenadores e gestores, estejam sempre atentos às
novidades e possam fazer com que a escola não seja uma realidade tão distante
do universo social vivido pelos alunos.
Amplie o diálogo com alunos, pais e demais
membros da comunidade escolar
Nesse processo de aproximação com a realidade dos alunos, é
muito importante abrir o diálogo com eles para compreender o que esperam
vivenciar dentro do ambiente escolar e quais sugestões oferecem. Ouvir a
opinião dos pais também é fundamental para verificar o que eles entendem ser
mais benéfico para os seus filhos dentro desse processo de inovação
tecnológico-educacional. Demais membros da comunidade escolar como professores,
supervisores, coordenadores e monitores também devem ser ouvidos, especialmente
no que tange à aplicabilidade dessas ações no cotidiano escolar.
Entenda as tecnologias antes de escolher a mais
adequada para aprimorar o ensino dentro da sua instituição
Já foi o tempo em que investir em tecnologia era somente
montar um laboratório de informática. Equipamentos interativos como a lousa
digital e a disponibilização de materiais complementares em plataformas
online são algumas das tendências mais atuais em relação à
modernização do ensino. Diante disso, é preciso que a instituição faça uma
análise da relação custo-benefício dessas ferramentas tecnológicas e a
possibilidade de adequá-las dentro do novo conceito pedagógico, sempre levando em
conta questões como interação com os alunos, formas de operação e
manutenção dos equipamentos, além da busca pelo equilíbrio do uso delas com as
práticas tradicionais de ensino.
Verifique a funcionalidade de práticas
pedagógicas digitais
Aulas extras transmitidas ao vivo via Skype ou plataforma
própria e o uso da gamificação (prática de utilizar games em sala de aula para
explorar alguns conteúdos e trabalhar habilidades como o trabalho em equipe e a
tomada rápida de decisões) representam um excelente viés de união entre
elementos digitais e práticas pedagógicas. Porém, é preciso fazer um balanço
das informações coletadas visando construir um planejamento adequado para
alcançar um êxito maior na proposta de tornar o espaço escolar mais inovador.
Conforme apresentado acima, o universo a ser explorado em
relação ao uso da tecnologia na educação é
bem vasto. Dessa forma, é preciso analisar as melhores teorias pedagógicas
e definir a maneira ideal de colocá-las em prática, sempre levando em conta a
necessidade de alinhamento com as inovações tecnológicas e as vantagens
que elas apresentam.
E você? O que pensa sobre o crescimento da relação entre
tecnologia e educação? Com base na sua interpretação responda a atividade a
seguir.
1 - Leia o argumento abaixo e comente-o de forma
clara e do ponto de vista profissional, argumentando o que se pede:
“ Os professores modernos deverão se prepararem par
o uso das mídias no seu cotidiano de trabalho. Facilita para os alunos
compreenderem, pois os mesmos já estão bem a frente de nós professores.”
|
2 - Faça um rascunho de um plano de aula com base no tema:
Tecnologia em sala de aula.
|
CENTRO
DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL NORTE DE MINAS
CNPJ 17.701.349/0001-53
CURSO AUTORIZADO COM BASE NA LEI 9394/96 DECRETO Nº
5154/04 COM CERTIFICAÇÃO
CURSO EDUCAÇÃO INCLUSIVA: FUNDAMENTOS E PRÁTICAS DA EDUCAÇÃO PARA PESSOAS COM
NECESSIDADES ESPECIAIS - 60 HORAS
O esforço pela inclusão social e escolar de
pessoas com necessidades especiais no Brasil é a resposta para uma situação que
perpetuava a segregação dessas pessoas e cerceava o seu pleno desenvolvimento.
Até o início do século 21, o sistema educacional brasileiro abrigava dois tipos
de serviços: a escola regular e
a escola especial -
ou o aluno frequentava uma, ou a outra. Na última década, nosso sistema escolar
modificou-se com a proposta inclusiva e um único tipo de escola foi adotado: a
regular, que acolhe todos os alunos, apresenta meios e recursos adequados e
oferece apoio àqueles que encontram barreiras para a aprendizagem.
A Educação inclusiva compreende
a Educação especial dentro da escola regular e transforma a escola em um espaço
para todos. Ela favorece a diversidade na medida em que considera que todos os
alunos podem ter necessidades especiais em algum momento de sua vida escolar.
Há, entretanto,
necessidades que interferem de maneira significativa no processo de
aprendizagem e que exigem uma atitude educativa específica da escola como, por
exemplo, a utilização de recursos e apoio especializados para garantir a
aprendizagem de todos os alunos.
A Educação é um direito
de todos e deve ser orientada no sentido do pleno desenvolvimento e do
fortalecimento da personalidade. O respeito aos direitos e liberdades humanas,
primeiro passo para a construção da cidadania, deve ser incentivado. Educação
inclusiva, portanto, significa educar todas as crianças em um mesmo contexto
escolar. A opção por este tipo de Educação não significa negar as dificuldades
dos estudantes. Pelo contrário. Com a inclusão, as diferenças não são vistas
como problemas, mas como diversidade.
É essa variedade, a partir da realidade social, que pode ampliar a visão de
mundo e desenvolver oportunidades de convivência a todas as crianças. Preservar
a diversidade apresentada na escola, encontrada na realidade social, representa
oportunidade para o atendimento das necessidades educacionais com ênfase nas
competências, capacidades e potencialidades do educando.
No Brasil, a regulamentação mais recente que
norteia a organização do sistema educacional é o Plano Nacional de Educação (PNE 2011-2020). Esse
documento, entre outras metas e propostas inclusivas, estabelece a nova função da Educação especial como modalidade de ensino que perpassa todos os segmentos da
escolarização (da Educação Infantil ao ensino superior); realiza o atendimento educacional especializado (AEE); disponibiliza os serviços e recursos próprios do AEE e orienta os alunos e seus professores quanto à sua utilização nas
turmas comuns do ensino regular.
O PNE considera público
alvo da Educação especial na perspectiva da Educação inclusiva, educandos com
deficiência (intelectual, física, auditiva, visual e múltipla), transtorno
global do desenvolvimento (TGD) e altas habilidades.
Se o aluno apresentar necessidade específica,
decorrente de suas características ou condições, poderá requerer, além dos
princípios comuns da Educação na diversidade, recursos diferenciados
identificados como necessidades educacionais
especiais (NEE). O estudante poderá beneficiar-se dos apoios de
caráter especializado, como o ensino de linguagens e códigos específicos de
comunicação e sinalização, no caso da deficiência visual e auditiva; mediação para o
desenvolvimento de estratégias de pensamento, no caso da deficiência intelectual; adaptações do material e
do ambiente físico, no caso da deficiência
física; estratégias diferenciadas para adaptação e regulação do
comportamento, no caso do transtorno global;
ampliação dos recursos educacionais e/ou aceleração de conteúdos para altas habilidades.
A Educação inclusiva
tem sido um caminho importante para abranger a diversidade mediante a
construção de uma escola que ofereça uma proposta ao grupo (como um todo) ao
mesmo tempo em que atenda às necessidades de cada um, principalmente àqueles
que correm risco de exclusão em termos de aprendizagem e participação na sala
de aula.
Fonte:
novaescola.org
ATIVIDADE
INTERDISCIPLINAR
1 – O que é educação inclusiva?
2 – Quais alternativas para facilitar a inserção dos alunos com
necessidades especiais no ensino regular?
3 – Quais aspectos positivos da educação especial inclusiva para a
formação dos alunos como cidadãos?
4 – Quais os aspectos negativos da educação especial junto ao sistema
atual de ensino?
sexta-feira, 24 de maio de 2019
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
domingo, 4 de setembro de 2016
CURSO DE REDAÇÃO 2016
CONCLUSÃO DO CURSO - ETAPA 1
Parabéns alunos, por acreditarem no nosso trabalho e dedicarem no processo de aprendizagem. O conhecimento é adquirido com ênfase quando o interessado busca-lhe com seriedade e compromisso.
Agradecemos ao presidente do CDL Rio Pardo de Minas, Sr. Adeydson pelo apoio e motivação.
Assinar:
Comentários (Atom)







